12 Regras Para a Vida

Quais as coisas mais valiosas que todos deveriam saber? Jordan Peterson lista doze regras práticas para vivermos uma vida significativa. Embora a palavra “regra” indique algo que é imposto e que pode ser ruim, as regras do livro não foram escritas para nos restringir. Pelo contrário, elas facilitam nossos objetivos e nos ajudam a ter uma vida mais plena e livre.

Através de histórias e exemplos bem-humorados, alguns dramáticos, e todos muito interessantes, o autor ilustra cada uma das regras, aplicando seu conhecimento de várias áreas: biologia, psicologia e, até mesmo, religião. 

Regra 1: Costas eretas, ombros para trás

A regra 1 revela que você deve levantar a cabeça e endireitar sua coluna, literalmente. Essa postura é clássica de um vencedor. Segundo o autor, corrigindo a postura, sua confiança e autoestima aumentam automaticamente. O capítulo inicia com o exemplo da lagosta, um animal que usa a estrutura social hierárquica para dominar um território. 

Quando a lagosta perde uma luta, ela se encolhe em sinal de submissão. Por outro lado, quando vence, seu corpo se expande e aumenta de tamanho. Essa postura passa uma imagem de dominância para as demais lagostas. Isso é suficiente para que ela vença os futuros confrontos pela disputa de alimento ou território, tudo graças à postura de vencedora. O fato é que a postura física, mental e espiritual influencia nos resultados de nossas ações a curto, médio e longo prazo.

Quando as pessoas sofrem bullying, muitas vezes não conseguem revidar por serem fisicamente mais fracas dos que seus oponentes. Isso leva a um comportamento compassivo e abnegado, o que estimula o agressor a continuar a opressão. Se você disser não logo no começo da opressão, sem se deixar abater, pode ter certeza de que seu opressor se sentirá limitado e, muitas vezes, deixará de agredi-lo verbal ou fisicamente.

Quando as pessoas ingênuas descobrem a capacidade de raiva dentro de si, seu medo diminui, pois desenvolvem mais respeito próprio e passam a resistir à opressão. Se você for alguém que sofre opressões no trabalho, na família, no relacionamento amoroso, não se arraste por aí como uma lagosta derrotada. Levante a cabeça, mantenha as costas eretas e os ombros para trás. Isso intimidará seu opressor, seja ele quem for. 

Ainda, essa é mais do que uma postura física, é também espiritual. É aceitar a responsabilidade da vida com os olhos abertos, é realizar os sacrifícios necessários para gerar uma realidade produtiva e relevante. Portanto, pare de se curvar. Fale o que pensa e apresente seus desejos sabendo que tem direito a eles. As pessoas, inclusive você, passarão a enxergá-lo como alguém competente e capaz. Sua ansiedade diminuirá e as chances de que coisas boas lhe aconteçam aumentarão.

Regra  2: Cuide de si mesmo como cuidaria de alguém sob sua responsabilidade

As pessoas cuidam muito bem daqueles que amam, e esquecem de cuidar de si mesmas. Se o seu animal de estimação adoece, você compra e administra os medicamentos que ele precisa sem nem pensar duas vezes. A mesma coisa você faz com seus filhos. Porém, quantas vezes você adoeceu e ficou postergando sua ida ao médico ou à farmácia, pois “não está tão mal assim”?

Se o seu amigo pede ajuda para emagrecer, você o incentivará a fazer dieta e exercícios, e até mesmo o acompanhará nisso. Entretanto, se é a sua saúde que está em jogo por causa do seu sedentarismo, por que você não começou ainda a fazer os exercícios físicos necessários? Sua vida seria muito diferente se você passasse a tratar a si mesmo como trata aqueles a quem ama. Essa, portanto, é a regra 2. 

Se desejamos cuidar de nós mesmos apropriadamente, temos que nos respeitar. Você é importante para as outras pessoas e tem um papel vital a ser exercido no destino. Portanto, é moralmente obrigado a cuidar de si mesmo. Considere o que é bom para você, não necessariamente o que você deseja ou o que te faria feliz. Mantenha as promessas que faz a si mesmo e se recompense de modo a confiar em si e se motivar. 

Regra 3: Seja amigo de pessoas que queiram o melhor para você

Embora pareça óbvia, a regra 3 muitas vezes não é seguida. Provavelmente todo indivíduo tem uma história para contar sobre algum conhecido, amigo ou parente que atrapalhou sua vida em algum momento. O fato é que muitas pessoas são influenciáveis, e se você anda com alguém que não acrescenta em nada sua vida, acabará agindo como essa pessoa.

Há quem escolha amigos que não são bons pois querem ajudá-lo de alguma forma. Entretanto, o autor revela que nem todos que fracassam são vítimas, e nem todos que estão no fundo desejam subir. Não é fácil distinguir quem precisa e quer ajuda de quem quer apenas explorar aqueles que estão dispostos a ajudar.

Infelizmente, é muito mais fácil descer do que subir. Se você está tentando salvar alguém nocivo, tome muito cuidado para que ele não lhe puxe para baixo. Antes de ajudar alguém, tente descobrir por que essa pessoa está com problemas. Lembre-se que a vítima muitas vezes também tem uma parcela de responsabilidade por sua própria situação. Analise se a pessoa não está apenas abusando da sua bondade.

Se você tem um amigo cuja amizade não recomendaria à sua irmã ou ao seu filho, por que manteria uma amizade assim para si mesmo? Você deve escolher pessoas que queiram que as coisas melhorem, não piorem. Seja amigo de pessoas que o ajudem a ter ambições maiores, assim, elas o encorajarão quando fizer algo bom por você mesmo, e o punirão quando não o fizer. Fuja de pessoas que sentem inveja quando você alcança o sucesso, pois as suas conquistas tornam os fracassos delas mais evidentes.

Regra 4: Compare a si mesmo com quem você foi ontem, não com quem outra pessoa é hoje

Não importa o quanto você é bom em algo, sempre haverá alguém que o faz parecer incompetente. É preciso lembrar que todas as pessoas têm seus potenciais e suas fraquezas. Quando você se compara com outra pessoa que atingiu um sucesso profissional, familiar ou acadêmico, acaba desanimando. Você passará a achar que está sempre atrasado na vida porque não tem potencial, porque não é bom no que faz, etc.

O ressentimento é um dos piores sentimentos que alguém pode ter. Significa que a pessoa é imatura ou que é tirana e quer sempre estar em primeiro lugar. Se você quer se desafiar, o autor sugere que a comparação saudável é aquela que é feita consigo mesmo, relacionado ao seu passado, presente e futuro. Se você quer melhorar, então supere o seu “eu” do passado. Compare-se apenas com você mesmo e, se percebeu que está melhor do que ontem, saiba que está no caminho certo.

Pense no que você ama de verdade, no que você quer para sua vida, e no que considera valoroso ou prazeroso. Seja verdadeiro, expresse o que realmente justificaria sua vida. O passado não pode ser mudado, mas o futuro pode ser melhor. Pense no que você pode dizer às pessoas que tornaria as coisas melhores entre vocês. Analise o que você deveria erradicar da sua vida para se sentir melhor. Sua mente começará a apresentar novas informações para lhe ajudar naquilo que você busca.

Regra 5: Não deixe que seus filhos façam algo que faça você deixar de gostar deles

Muitos pais não conseguem participar de uma conversa adulta em um jantar porque seus filhos dominam a cena fazendo birras. Se um pai tem receio de educar seu filho, acabará criando um adulto mimado, que sofrerá em seus relacionamentos e em sua profissão. A quinta regra do livro fala justamente sobre isso. 

Uma criança precisa ser socializada desde cedo, pois isso previne muitos danos. As crianças podem sofrer muito pela falta de atenção incisiva dos pais, ou pelo abuso físico ou mental. O dano causado pela omissão dos pais é cruel. As crianças que não são corrigidas pelos pais, por medo do conflito ou chateação, acabam ficando sem direção e passam a ser ignoradas pelas outras crianças. Enquanto as outras progridem, essas crianças ficam para trás e não se desenvolvem.

Não tenha medo que seu filho deixe de te amar se você precisar castigá-lo por uma má ação. Buscar a amizade de seus filhos sacrificando o respeito nunca é a solução. É possível que você precise tolerar o ódio e a raiva momentâneos que seu filho terá de você, mas tudo isso passará. A ausência de limites aumenta a curiosidade da criança, e ela vai querer saber até onde pode ir antes dos seus pais se oporem.

É um ato de responsabilidade educar e disciplinar uma criança. Não considere como uma vingança, mas sim como um ato de compaixão e de amor. Se você tem filho, e ele fizer algo que você não goste, não o ignore; converse com ele. Explique a situação e por que ele não deve fazer aquilo. A conversa é a melhor solução para tudo. Se precisar dar umas palmadas, não tenha receio. Uma criança que apanha hoje, lhe agradecerá no futuro. É dever do pai tornar seus filhos socialmente desejáveis.

Por outro lado, quando seu filho fizer algo certo ou algo bom, faça um elogio. Em vez de sair comprando presentes e mimando a criança, aproveite para elogiá-la. Obviamente você também pode dar alguma recompensa que ela queira muito. Ameaças e punições interrompem comportamentos indesejados, e a recompensa reforça o que é desejável.

Regra 6: Deixe sua casa em perfeita ordem antes de criticar o mundo

Criticar as pessoas é muito fácil. Mas é comum ver pessoas criticando os outros sem nem analisar seus próprios defeitos. Muitas vezes, a crítica no outro é justamente aquilo que você também tem dentro de si.

A sexta regra do livro é um tapa na cara de muitos: antes de sair criticando o mundo, deixe sua casa em perfeita ordem. Em outras palavras, não critique algo que você mesmo não faz. Um exemplo de hipocrisia é aquele que critica as indústrias por poluírem o meio ambiente, mas nem sequer recicla o lixo de sua casa.

Pare de pensar no que os outros deveriam fazer e comece a mudar a sua situação. O que você pode fazer para melhorar a sua vida, e consequentemente ajudar o mundo? Pare de fazer o que você sabe que é errado. Pare de agir de forma desprezível. Não queira organizar o estado se sua casa é uma bagunça. Se você não tem paz em casa, como quer governar uma cidade?

Quando estiver no trabalho, comece a dizer o que realmente pensa. Para sua família, diga o que você quer e precisa. Sua vida passará a ficar menos complicada, e você será mais forte e menos amargo. Se todas as pessoas fizerem isso nas próprias vidas, o mundo pode parar de ser um lugar ruim.

Regra 7: Busque o que é significativo, não o que é conveniente

Geralmente, as pessoas tentam fazer o que é mais fácil, ou aquilo que lhe traz resultados mais rápidos. Elas buscam o que tem significado apenas para si mesmas, sem pensar nos outros. Buscar o que é conveniente pode dar um prazer passageiro. 

O autor conta a história bíblica das tentações que Satanás fez a Jesus quando Ele estava fraco e com fome no deserto. Satanás tentou a Jesus com prazeres momentâneos: transformar pedra em pães para saciar sua fome, jogar-se do penhasco para que Deus o salvasse, e adorar a Satanás para que todos os reinos do mundo fossem seus. Isso talvez fosse conveniente para Jesus, mas jamais seria significativo. Jesus não procurou o seu bem-estar, mas considerou o que era mais importante.

Pensamos a curto prazo, ao invés de pensar no futuro. Com essa regra, o autor aconselha que você comece a pensar no longo prazo, e busque fazer o que realmente vai ter algum significado na sua vida, e não apenas seguir o caminho mais fácil ou mais rápido.

Conveniência é seguir o impulso cego, buscando o ganho em curto prazo. Ela é egoísta e mente para conseguir prosperar. Não leva nada em consideração e é imatura e irresponsável. Conveniência é esconder a sujeira debaixo do tapete, evitar a responsabilidade, é ser covarde, superficial e errado. Ela funciona apenas para o momento e seu prazer logo passa.

Por outro lado, o significado é maduro, e vai até você por conta própria. Ele é o equilíbrio entre o caos da transformação e a disciplina da ordem incontaminada. Ele traduz a ideia de que você está no lugar certo, na hora certa, onde tudo se alinha da melhor forma possível. Os benefícios de buscar o que é significativo são imensamente maiores do que buscar aquilo que é conveniente.

Regra 8: Diga a verdade. Ou pelo menos, não minta

Como manter um relacionamento amoroso, familiar ou profissional se você não confia no que a outra pessoa diz? Por que você manteria um amigo se não confia nele? A honestidade é sempre o melhor caminho. Se todos fossem honestos, a sociedade seria muito melhor. As pessoas mentem para evitar conflitos, para conquistar pessoas e coisas, por medo, e por vários outros motivos.

Não saber dizer “não”, também é uma forma de mentira. Se você não consegue dizer a verdade, seja para sua esposa, para seu chefe, seus pais, filhos ou amigos, você está eternamente preso. Se você diz sim quando precisava dizer não, se transforma em alguém submisso. Por outro lado, negar fazer algo lhe transforma em alguém que consegue dizer não quando é preciso.

Quando você trai a si mesmo dizendo coisas falsas, ou agindo de acordo com uma mentira, acaba enfraquecendo seu caráter. Nesses casos, você cairá com a primeira adversidade que aparecer. A cegueira proposital é o pior tipo de mentira. É recusar admitir seu erro, é não aceitar as regras.

A mentira nunca compensa. As coisas sempre desmoronam. O que deu certo ontem não vai necessariamente dar certo hoje. A falsidade deixa as pessoas miseráveis a um ponto que não podem mais suportar, ela causa o sofrimento da humanidade. Portanto, pare de mentir e prefira sempre a verdade. Não diga algo quando queria dizer outra coisa. Estabeleça suas ambições e corra atrás delas. Quando você diz a verdade, seus valores se transformam e você progride.

Regra 9: Presuma que a pessoa com quem está conversando possa saber algo que você não sabe

Há algo mais irritante do que você estar conversando com uma pessoa que não presta atenção no que você diz e fica pedindo para você repetir, ou tenta mudar de assunto? É muito chato ter uma conversa com alguém assim. Mas, às vezes, essa pessoa pode ser você. 

Quando você realmente escuta o que alguém tem a dizer, acaba refletindo a voz da multidão sem precisar falar nada. Muitos psicólogos fazem isso: deixam as pessoas falarem, escutando-as atentamente, mas também permitindo que elas escutem a si mesmas. Ao prestar atenção no que alguém diz, a pessoa se sente muito mais à vontade para compartilhar suas informações. Você, por outro lado, pode se desenvolver ao aprender coisas novas, além de preservar a amizade.

O autor afirma que, se você acha uma conversa entediante, é porque não está prestando atenção. Respostas empáticas durante uma conversa indicam que o narrador é valorizado, e que a história contada é importante e digna de consideração. Pare de achar que você já sabe de tudo e que o que as pessoas dizem não tem importância. 

Sua vida não é perfeita, então pode-se concluir que o que você sabe não é suficiente. Se fosse, você seria mais saudável e honesto, sofreria menos, resistiria à inveja, não seria traído por amigos e nem lidaria com a falsidade. Se você passa por tudo isso, é porque não sabe o suficiente. Aceite isso e passe a escutar aqueles com quem está conversando e a si mesmo. Dessa maneira, “sua sabedoria consistirá não no conhecimento que já possui, mas na busca contínua por conhecimento”.

Regra 10: Seja preciso no que diz

O autor conta diversos exemplos de mal-entendidos ocasionados porque alguém não disse o que queria de forma precisa. Problemas entre amigos, entre colegas de trabalho, entre marido e mulher, entre pais e filhos, tudo isso poderá ser evitado se as pessoas realmente falassem especificamente. 

Ser preciso é importante em casos de tragédias. Quando algo terrível acontece, é a precisão que distingue aquela única coisa terrível do que realmente aconteceu de todas as outras que poderiam ter ocorrido. Quando você está com dor, você deve ser bem específico com seu médico sobre o local onde está doendo, o que está sentindo, e tudo mais. Somente assim ele poderá fazer o diagnóstico correto para iniciar o tratamento. Portanto, em casos assim, a precisão pode salvar sua vida. 

Em todos os outros aspectos, ser preciso evita conflitos e traz benefícios. Portanto, tenha cuidado com o que diz a si mesmo e aos outros sobre o que fez, sobre o que está fazendo e onde está indo. Busque sempre as palavras corretas. Se deixar as coisas indefinidas, pode sofrer com mal-entendidos. Defina conscientemente o assunto de uma conversa, mesmo que ele seja aparentemente difícil. 

Regra 11: Não incomode as crianças quando estão andando de skate

A penúltima regra do livro é voltada para os adultos super protetores que não deixam as crianças brincarem, se desafiarem e descobrirem coisas novas por medo de se machucarem. Obviamente, o autor não quer dizer que você deva ser negligente com as crianças e deixá-las fazerem tudo o que quiserem, mas colocá-las sob suas asas não contribuirá em nada para o desenvolvimento delas.

Quando as crianças estiverem andando de skate, por exemplo, não atrapalhe achando que isso é perigoso. Isso é mais do que uma brincadeira, é um desafio para elas mesmas. Se estão praticando, é porque querem melhorar naquilo. Proteção demais destrói a alma em desenvolvimento. O autor afirma que os homens precisam ser durões pelos olhos da sociedade. Algumas mães querem proteger seus filhos eternamente, e eles acabam sendo completamente dependentes.

Mulheres não querem garotos, querem homens. Se elas forem inteligentes, querem alguém inteligente; se elas forem fortes, querem alguém ainda mais forte. Elas querem alguém que ofereça algo que elas mesmas não podem oferecer. Portanto, quando alguém interfere quando os meninos estão tentando se tornar homens, não está sendo benéfico nem para as mulheres nem para os homens.

Regra 12: Acaricie um gato ao encontrar um na rua

Essa regra é mais ampla do que parece. Ela faz com que você mude a sua visão sobre muitas coisas. É muito mais do que simplesmente fazer carinho em um gato ou cachorro de rua. É saber apreciar as belas coisas da vida, mesmo nos dias difíceis.

O que seria um momento muito triste para você? O autor dá o exemplo de alguém muito querido que está doente no hospital, por exemplo. Enquanto você está indo visitá-lo, mesmo estando triste, se encontrar um cachorrinho ou gatinho na rua, pare para acariciá-lo. Se vir alguma flor ou árvore bonita, reserve um tempo para apreciá-la. O objetivo disso é entender que pequenos gestos como esses são capazes de alegrar um dia triste.

Mude a unidade de tempo que você usa para marcar sua vida. Quando o sol está brilhando, os tempos estão bons e você possui fartura, talvez possa fazer planos a longo prazo. Entretanto, não esqueça de viver o presente. Corra atrás dos seus objetivos, mas aprecie o momento.

Por que usar esse título para a regra então? Quando você encontra um gato na rua e o chama, muitas coisas podem acontecer. Ele pode fugir de medo, pode ignorá-lo ou, se você tiver muita sorte, ele pode ir até você, esfregar a cabeça dele em sua mão, colocar a barriga para cima e ronronar com seu carinho. Gatos são independentes e desconfiados e, se eles vão até você, é porque sabem que podem confiar em você. Isso é motivo para alegrar-se.

Enquanto estiver andando na rua, preste atenção para não deixar escapar oportunidades de sorrir. Ver uma garotinha dançando na rua, tomar um bom café a tarde, apreciar o pôr-do-sol – essas alegrias momentâneas podem transformar um dia ruim em um dia bom.

O autor de 12 regras para a vida

Jordan Bernt Peterson é um psicólogo clínico canadense e professor de psicologia da Universidade de Toronto. Suas principais áreas de estudo são a psicologia da anormalidade, social e pessoal, com particular interesse na crença ideológica e na psicologia da religião.

Robson O. Santos

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